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Legado de Honra - Eu, você e o mundo

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Banda de Metal Progressivo / Alternativo

Peso, reflexão e verdade!

A banda começou a partir da ideia de Estevão Cruz (guitarra e vocal) e Everson Lopes (bateria) de formar um projeto musical que tivesse uma postura mais profissional, mas que não perdesse o intuito de colocar nas letras das músicas suas crenças e opiniões, com o objetivo de trazer algum impacto significativo à sociedade. Começaram a se apresentar (no formato voz/violão/bateria) em igrejas e pequenos eventos próximos ao local onde moravam no Rio de Janeiro. Pouco tempo depois conheceram Sifi Ribeiro (guitarra), que fez com que a banda começasse a organizar melhor o pensamento de crescer como grupo.

O trio começou a fazer convites a outros colegas para completarem a banda nos ensaios para os eventos esporádicos em que se apresentavam, mas sem o compromisso de se fixarem na banda. Rafael Prince (teclado) foi um desses colegas, mas gostou e acabou ficando na formação fixa. A banda estava praticamente pronta com Sifi na guitarra, Everson na bateria, Estevão no vocal e baixo (temporariamente) e Rafael no teclado. Estevão teve então a ideia de chamar Etto Contildes (guitarra) para assim encorpar mais a sonoridade da banda, pois, além de serem amigos de escola e já terem sido uma dupla de guitarras num outro projeto, existia a vontade de ambos de reaproveitar algumas ideia de sua antiga banda.

Assim, em novembro de 2007 nasceu o Legado de Honra.

Com o tempo, Estevão e Etto foram levando suas antigas e novas composições e os primeiros arranjos foram surgindo. O Legado de Honra passou então a tocar com uma frequência maior. Isso os fez perceber a necessidade de ter um baixista, para que Estevão pudesse se dedicar mais ao vocal, já que ainda era uma função nova pra ele. Convidaram Bruno Guilherme para assumir o baixo, deixando Estevão somente com o vocal. Em meados de 2008, Rafael Prince sai da banda para se dedicar a outros projetos em sua carreira.

O Legado de Honra passa a se apresentar sem teclado por alguns meses, até que em um dos eventos que se apresentaram, viram Leandro Aguiar (teclado) tocar com outro grupo e perceberam que precisavam daquele cara na banda. Fizeram o convite, que foi imediatamente aceito. A banda seguiu com essa formação até que, no final do ano de 2011, Etto Contildes decide deixar a banda para se dedicar aos estudos e à família. Com isso, Estevão assume a guitarra e o Legado de Honra passa a ter cinco integrantes. Em 2012, Bruno Guilherme também decide deixar a banda para ter mais tempo com a família. Foi iniciada uma busca por um novo baixista que pudesse substituí-lo com a mesma qualidade.

A banda conheceu Jonathas "Perninha" Correia (baixo) nos palcos da cena underground da Baixada Fluminense bem antes da saída de Bruno. Perninha, como gosta de ser chamado, sempre se destacou pela sua habilidade e presença de palco. Sifi Ribeiro resolveu chamá-lo pra fazer um teste, e se saiu tão bem que não deixou nenhuma dúvida que seria ótimo tê-lo na banda. Porém, infelizmente, no mesmo ano de 2012, Everson Lopes também deixa a banda, fazendo com que a banda buscasse novamente um novo integrante.

Coincidentemente, no mesmo evento que a banda conheceu Jonathas tocando em outra banda, Carlos Sitelmo (bateria) estava assistindo ao evento. Ao final da apresentação ele se dirigiu a banda e fez muitos elogios. O tempo passou, e quando o Legado de Honra anunciou que precisava de um novo "coração" para dar ritmo a sua arte, Carlos se apresentou para um teste e foi aceito por unanimidade, assumindo as baquetas no último mês de 2012.

A banda mantinha essa formação desde então, e em junho de 2014 retirou da gaveta os projetos de gravação do seu primeiro álbum "Você//O Mundo//O Tempo", que foi lançado em junho de 2015 e vem tendo uma boa aceitação do público.

Nesse ano de 2016, infelizmente, por dificuldades de conciliação de tempo, o baterista Carlos Sitelmo sentiu a necessidade de se ausentar da banda. Atualmente o Legado de Honra mantém sua rotina de shows e ensaios, divulgando o álbum e trabalhando em novas ideias e composições.

Estevão Cruz

Seu interesse por música vem desde muito pequeno pois seu pai, tios e primos sempre tiveram muito envolvimento com música em igrejas, porém seus estudos musicais começaram aos 12 anos de idade quando decidiu que queria ser um guitarrista e ter uma banda, dando seus primeiros passos com Marcus Pourroy e seu primo Carlos Filho. Outros professores importantes para sua formação foram Fábio Taranto, Anderson Benac e Binho.

Aos 17 anos começou a se interessar também por cantar graças à influência de alguns amigos, e por isso resolveu estudar canto com seu tio Carlos Alberto Silvestre, deixando a guitarra um pouco de lado. Teve aulas também com Priscila Atiê Pacheco, Wilson Fanini Neves e Liliane Salles.

Fundou o Legado de Honra junto com Sifi Ribeiro, Etto Contildes, Rafael Prince e Everson Lopes em 2007 como vocalista e baixista durante seu primeiro ano. Depois passou a ser apenas vocalista até 2011, quando Etto Contildes deixou a banda. Assim, assumiu a segunda guitarra da banda juntamente com o vocal, e alguns anos depois voltou a estudar o instrumento com Marcus Pourroy, dessa vez sem deixar o estudo da voz de lado.

Estevão Cruz também participou em outros projetos musicais, tanto como guitarrista quanto como vocalista, antes e durante a existência do Legado de Honra (Missão Real, Filipe Carvalho, Tune Clever, A Tônica é C, etc.), porém atualmente dedica maior parte do seu tempo ao Legado de Honra, abrindo exceções eventualmente, dependendo da disponibilidade com relação à banda.

Leandro Aguiar

Começou sua carreira na infância, tocando em pequenas Big Bands. Seu primeiro instrumento foi o trompete, atuando até os 16 anos, mas desde os 8 tem contato com o teclado, instrumento que estuda até hoje. Estudou música através de aulas particulares, com os maestros Ubirajara Borges e Cesário Constâncio. Também foi percussionista em projetos sociais. Apesar de atuar em nichos musicais tão diferentes, como Jazz e MPB, uma de suas paixões sempre foi o Rock’n Roll (e em especial o Prog), tendo como influência bandas como Rush, Iron Maiden, Yes, Genesis, Oficina G3, Fruto Sagrado e outras.

Mais tarde teve aulas de aprimoramento técnico com Jorge Luiz Costa (grande mestre Jorjão; teclado) e Carlos Alberto Silvestre (teoria musical). Foi ministro de música pelo período de 7 anos, na Primeira Igreja Batista em Coqueiros, e, em 2009, quando tocava em sua igreja, foi convidado a participar do Legado no lugar recém deixado pelo antigo tecladista.

Desde então participa ativamente da banda, colaborando esporadicamente em alguns projetos musicais (como o Tune Clever, Felipe Caralho, Aline Patrício, Ministério de música da PIB de Marechal Hermes e outras atuações como freelancer).

Jonathas Correia

Conhecido por alguns como Perninha, Jonathas tem 25 anos e toca contrabaixo há 5. Começou com um Eagle 5100 e hoje possui um Cort Curbow 5. Sua paixão pelo instrumento começou pela pegada grave das bandas de Newmetal, então ingressou na Escola de Música Villa-Lobos. Com um ano de estudo criou seu primeiro projeto: a banda "Só há 1", com amigos do bairro. Depois de 8 meses foi chamado a participar da banda "Resurge", atuando por 5 meses. Em seguida ficou 6 meses parado até que foi admitido em um processo de audições para a banda Legado de Honra. Então, aos seus 23 anos, ingressou no que hoje considera o início da realização dos sonhos.

Sifi Ribeiro

Iniciou a tocar aos 15 anos quando ganhou seu primeiro violão. Após um ano e depois de pedir muito, ganhou uma guitarra para poder tocar e treinar as músicas que gostava. A partir disso começou a tocar em vários grupos e bandas da igreja. Um ano depois ajudou a fundar a banda Legado de Honra, fazendo parte até hoje. Mesmo com razoável vivência na música, somente em 2013 teve aulas de guitarra, na escola de guitarra L.A. com o professor Anderson Zapa, ficando pouco tempo por conta dos afazeres. Em 2015 também iniciou as aulas no Centro de Aprendizagem Musical Marcus Pourroy (CAMMP) com o professor Marcus Pourroy, porém, como antes, não pôde continuar com seu professor, tendo então que voltar a estudar em casa e mantendo até hoje os estudos musicais por conta própria.

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